1 de agosto de 2005 — 1 de agosto de 2026

21 anos a formar quem move Portugal.

A Inovergo nasceu em 2005 com uma missão que nunca mudou: pôr operadores seguros e competentes aos comandos dos empilhadores, plataformas e gruas que carregam este país. Vinte e um anos depois, deixamos os números falar.

A primeira ação de formação no nosso registo tem data de 21 de novembro de 2005. Desde então, nunca parámos.

O placar de 21 anos

Como nos estaleiros e nos armazéns onde trabalhamos, o que conta está no quadro. Números do nosso registo — e a contar.

+12.500
operadores certificados
+21.000
certificados de formação emitidos
+4.200
ações de formação realizadas
+500
empresas confiaram-nos as suas equipas
40
cursos de equipamentos no catálogo
+50
nacionalidades entre os nossos formandos

Contagens do nosso registo de certificados, completo de 2005 a 2025, arredondadas para baixo — os números exatos só podem ser maiores.

O país mudou. Estivemos cá para ajudar.

300 120 −60% acidentes de trabalho mortais por ano em Portugal, de 2005 para 20241

Em 2005, o ano em que abrimos portas, morreram 300 pessoas em acidentes de trabalho em Portugal. Em 2024 foram 120 — menos de metade. No mesmo período, o total de acidentes caiu de 228.884 para 187.018.1

Esta vitória tem muitos donos: quem legisla, quem fiscaliza, quem forma e quem opera. Não reclamamos o mérito — reclamamos o nosso lugar nesta luta, todos os dias, desde o primeiro dia.

27,1% das mortes no trabalho na UE, em 2023

A causa n.º 1 é a nossa especialidade.

A perda de controlo de uma máquina ou de um equipamento de transporte e movimentação de cargas é a primeira causa de acidentes de trabalho mortais na União Europeia (27,1%) — e também dos não mortais (21,7%).2 O setor de transportes e armazenagem soma, sozinho, 16,4% das mortes laborais europeias.3

Prevenir exatamente este tipo de acidente é o nosso ofício há 21 anos.

Formar funciona. Está medido.

Não pedimos que acredite na nossa palavra — a evidência internacional é clara sobre o efeito da formação de operadores.

−70% de erros

Menos erros aos comandos

Os estudos por trás da norma norte-americana de formação de operadores de empilhadores mediram uma queda de 70% na taxa de erro após formação estruturada — e a OSHA estimou que a regra evitaria 11 mortes e 9.422 lesões por ano.4

≈3× mais eficaz

Prática real vence sala de aula

Uma meta-análise de 95 estudos concluiu que a formação prática e envolvente — com máquina real, exercícios e diálogo — é cerca de três vezes mais eficaz do que a formação passiva.5 É assim que sempre trabalhámos: máximo de 5 formandos por curso, máquinas reais.

2,20 € por 1 €

Prevenção é investimento

É o retorno médio de cada euro investido em segurança e saúde no trabalho, medido em empresas de vários países.6 Do outro lado da balança, os acidentes e doenças do trabalho custam 3,3% do PIB da União Europeia — 476 mil milhões de euros por ano.7

Os próximos 21 anos começam no seu certificado.

Certifique-se — ou certifique a sua equipa — com quem faz disto ofício desde 2005.

Fontes das estatísticas externas

  1. Pordata, com dados do GEP/MTSSS e GEE — Acidentes de trabalho: total e mortais, série 2005–2024 (consultado em agosto de 2026).
  2. Eurostat — Accidents at work: statistics on causes and circumstances, dados ESAW de 2023.
  3. Eurostat — Accidents at work: statistics by economic activity, dados de 2023.
  4. OSHA (EUA) — Powered Industrial Truck Operator Training, Final Rule, Federal Register, 1998. A redução de 70% refere-se à taxa de erro dos operadores medida nos estudos de base; a estimativa de acidentes evitados é da própria OSHA.
  5. Burke, M. J., et al. — Relative Effectiveness of Worker Safety and Health Training Methods, American Journal of Public Health, 2006 (meta-análise de 95 estudos, ~21.000 participantes).
  6. ISSA — estudo internacional «Return on Prevention», citado pela EU-OSHA em Good OSH is good for business.
  7. EU-OSHA / OIT — estimativa apresentada no XXI Congresso Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, 2017: custo de 3,3% do PIB da UE.